BRASIL, Mulher, 26 anos
Naquele dia ele foi mais cedo para casa. Andava trabalhando demais, saia bem cedo e raramente retornava antes das 22 horas, quando, quase sempre, sua esposa já estava dormindo. Naquele dia, finalmente, a encontraria acordada, bela, gostosa como nenhuma outra, dona de um corpo maravilhoso e da bundinha mais deliciosa que ele já comera.
Chegou em silêncio, queria lhe fazer uma surpresa. Abriu a porta com cuidado e a procurou pela sala. Quando percebeu que ela não estava ali, caminhou até o quarto e se deparou com a porta entreaberta, o suficiente para que ele pudesse vê-la. Ela estava nua, suada, de quatro sobre a cama, sendo estocada por um homem que ele nunca vira na vida. Sua mulher gemia alto, de um jeito que ele nunca tinha ouvido, gemia e pedia mais, com tanta ânsia que o deixou admirado. Ouviu o homem chamá-la de vadia, de puta safada, e para sua surpresa, ela adorava. Muitas vezes ele quis assim chamá-la, mas por medo de sua reação preferiu não fazê-lo. E agora, aquele homem, que comia a sua mulher em sua própria cama, fazia e dizia tudo o que ele, há anos, tanto tinha vontade.
Sentiu raiva e seu primeiro pensamento foi adentrar aquele quarto e surrar os dois. Mas, estranhamente, não o fez. Em segundos foi tomado por um prazer diferente de tudo o que ele já sentira e passou a assistir aquilo como quem vê a um filme e não tira os olhos da tela. Lá estava sua esposa, rebolando com outro homem dentro dela, como uma vadia, uma sem vergonha que dá para outro enquanto seu marido trabalha. Era isso que pensava. E pensando foi tomado pelo tesão de ter uma mulher como ela, assim, tão safada. Se encostou na parede, desabotoou sua calça e começou a se masturbar enquanto os via. O homem a comia com tanta força que era capaz de machucá-la, mas parece que quanto mais ela tinha mais queria, e implorava para tê-lo dentro dela. A ouviu gozar, e mais, a viu gozar, e como era gostoso vê-la daquele jeito. Em seguida foi a vez dele, que fez questão de puxá-la pelos cabelos e gozar dentro da boca dela. Ao ver aquilo ele não resistiu, e gozou tanto e tão gostoso, que teve que se esforçar para não deixar que eles percebessem.
Logo depois, vendo o homem se levantar, imediatamente fechou sua calça e deixou a casa. Não queria que eles o vissem, mas de uma coisa ele tinha certeza, tinha adorado ver a mulher dando para outro, tanto que queria ver de novo, só que falaria com ela, pois não queria mais vê-la as escondidas, queria mesmo era assistir de camarote.
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Ele é perfeito. É lindo, é educado, faz tudo o que peço sempre de bom grado. Desde que estamos juntos não houve um só dia em que ele não estivesse ao meu lado, para um passeio ou um simples carinho acompanhado por um abraço apertado. Tudo bem que quem abraça sou eu, que quem beija sou eu, mas que culpa tenho se ando carente e não resisto aos seus olhos doces e tão envolventes? Está sempre tão cheiroso e arrumadinho, minhas amigas me criticam, mas eu sei que isso é pura inveja do meu lindinho. Eu soube no momento em que nos vimos que ele era meu, e que mais ninguém nesse mundo cuidaria tão bem dele, e o faria tão feliz, como eu. Em troca ele me é fiel, não quer saber de ninguém além de mim e até se enfurece quando outra tenta agradá-lo. Ahh... Meu lindinho é um amor! Se chama Teodoro, e é um belo exemplar da raça Labrador.
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Eu queria, ter você aqui, neste sofá sentado, vestindo apenas pele e pêlos, sedento, excitado.
Eu queria, sentar no seu colo e te sentir me penetrando, com calma, com ânsia, na delicia de quem aproveita cada momento.
Eu queria, parar por alguns segundos com você inteiro dentro de mim e sentir sua boca se ocupar da minha, e sua língua macia brincando de me seduzir.
Eu queria, suas mãos em minhas costas, descendo até minha bunda e me puxando para você, enquanto pede ao meu ouvido que faça, que sinta, no ir e vir gostoso que só nós sabemos fazer .
Queria demais te sentir pulsando e no meu ritmo te dar prazer. Você me preenchendo, me enlouquecendo, me fazendo querer mais, e mais, e mais, até explodirmos juntos em um gozo intenso, denso, nosso.
E depois de tudo, sentir sua boca a beijar meu corpo com carinho, suas mãos me envolvendo por completo, e em um abraço apertado, me fazer esquecer que existe além de nós, um outro mundo, bem aqui do lado...
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Então, me leva para ver o mundo, baby... E me mostra o melhor que você pode ser!
Daquela noite ela queria mais. Precisava desesperadamente deixar cair a máscara de mulher de respeito e para isso estava disposta a tudo. Naquela noite, como em tantas outras, vestiria uma lingerie vadia, uma roupa ousada, deixaria de lado as chaves de seu Porsche e tomaria um táxi para um boteco qualquer nos arredores da cidade. Precisava de um lugar onde ninguém a conhecesse e seu sobrenome não fosse digno de admiração, um lugar onde ela não seria nada além de uma mulher afim de se perder por uma noite.
Assim que chegou o viu sentado com mais alguns amigos, acompanhado de um whisky vagabundo, o que já despertou por parte dela uma certa simpatia. Sentou-se perto do bar e pediu uma bebida, e minutos depois já se via surpreendida por ele. “Oi, linda”. Retribuiu com um simples “Oi” e se voltou para o espelho que estava a sua frente. Ele ficou em silêncio, mas ela percebeu que seus olhos a consumiam de cima a baixo, de um jeito que mexia demais com ela. Aquele homem a devorando com os olhos, em qualquer outra situação, seria a ela um motivo de ofensa, ou no mínimo, de indiferença. Mas ele, tão safado e por isso tão sedutor, a olhando sem pudores, a deixava incrivelmente excitada.
Não satisfeito com sua abordagem, chegou bem perto de seu ouvido e disse sussurrando, sem pestanejar “Sabe que assim que você entrou já me deu uma vontade enorme de te comer”. Só naquele lugar ela encontraria um homem tão abusado. Será que ele pensou o que? Que ela era uma puta que gosta de ouvir sacanagens? Bom, se foi isso que ele pensou, acertou em cheio.
Ficou em silêncio, olhando pra ele. Sua cara de safada era mais que suficiente para denunciar que havia gostado. Ele, sem dizer mais nada, levou a mão a sua nuca, segurou seus cabelos e a puxou em sua direção. A língua dele tomou conta de sua boca enquanto seu corpo se aproximava cada vez mais. “Vamos para outro lugar”, ela pediu. Ele, mais que prontamente, se levantou, a levou com ele e a comeu a noite inteira, exatamente como ela queria e precisava, como a vadia que verdadeiramente é.
Ao final voltou pra casa. Tomou um banho, vestiu seu babydoll de seda e se deitou em sua cama macia, totalmente realizada, pronta para ser, de novo, tudo aquilo que esperam dela. Ao menos, por mais algum tempo.
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Mesmo ruim é bom?
Dizem que sexo mesmo quando é ruim, é bom. Mentira. Pode ser ruim. E falo com conhecimento de causa, já que minha noite de ontem foi péssima.
Pois bem, o tal moço bonitinho-carinhoso-quero te comer (história que começou dia 02/05) quis me ver, mesmo que fosse só uma passada rápida aqui. Eu não estava nem um pouco afim, depois de muitas horas ao lado de duas amigas deprimidas por terem sido recentemente abandonadas eu estava bem cansada, então, não queria nada mesmo (e olha que é preciso um dia bem difícil pra me deixar assim, então, imagine como foi...). Depois de muita insistência e aquele papo chato de “Poxa, mas você está cansada até pra mim?!”, deixei que viesse.
Eu já andava querendo mandar esse moço pastar, porque o papo de bonzinho e todo o resto já estava me irritando. Mas, ele veio. Pela primeira vez deixei que viesse ao meu apartamento, obviamente já sabendo o que aconteceria, mas, ainda me restava uma esperança, afinal, o moço bem que podia ser, ao menos, bom de cama. Como diz o Cafa, começou a pegação e até ai tudo bem. Caprichei nas preliminares, chupei ele bem gostoso, e depois, na vez do moço de retribuir, advinha? Nada. Nada mesmo. Pronto, começou meu desânimo. Os detalhes são descartáveis, o moço além do “papelzinho” durante as preliminares, não tinha pegada e criatividade nenhuma. Fora que não curtia as posições que mais gosto. Gozou duas vezes, na segunda eu já estava sem paciência, com vontade de dizer “goza logo, porra!”. Resumindo, o cara não fez nada que gosto, e olha que pedi pra fazer, em nenhuma posição que gosto, só mandava ver, sem parar, até ELE gozar, e sequer se importava se aquilo estava me agradando. E depois de tudo ainda quis dormir na minha casa, pra passar o domingo comigo. Sem chance. Pedi que fosse embora, e se ele for um pouquinho esperto deve ter percebido pela minha cara que eu odiei. Mas não, acho mesmo que ele não é nada esperto.
Enfim, ELE curtiu, quer me ver mais, quer algo sério, aquele papinho de namoro. Mas, depois dessa noite, não quero ver esse moço nunca mais. E ta, ele deu todos os indícios de que o sexo seria uma droga, mas eu, os ignorei. Nunca mais ignoro minha intuição.
E fim da historinhha que começou dia 02/05. Pior fim impossível, porque sexo ruim é dose...
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